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	<title>Multiverso</title>
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	<description>Design e Branding</description>
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		<title>Bom design de embalagem e aumento de vendas</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 20:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alan Cruz</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[Design não é um serviço de luxo. Ao contrário, é um serviço altamente especializado com ótima relação custo x benefício. Pesquisas realizadas pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) mostram que 75% das empresas que investiram em design obtiveram aumento de &#8230; <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/design_embalagem/">Leia mais</a>]]></description>
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<p><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/design_embalagem/attachment/mercado/" rel="attachment wp-att-1322"><img class="alignnone size-full wp-image-1322" title="Mercado" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/05/Mercado.jpg" alt="" width="705" height="200" /></a></p>
<p>Design não é um serviço de luxo. Ao contrário, é um serviço altamente especializado com ótima relação custo x benefício. Pesquisas realizadas pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) mostram que 75% das empresas que investiram em design obtiveram aumento de vendas e 41% delas obtiveram redução de custos.</p>
<p>Muitos empresários e diretores de marketing se perguntam como ocorre essa “mágica”. Como que a reformulação do design da embalagem do produto chega aumentar as vendas em até 40% em diversos casos?</p>
<p>A mágica acontece na mente do consumidor. Quando o mesmo se depara com dois produtos semelhantes na prateleira de supermercado, ele precisa fazer uma escolha. Essa decisão vai depender de diversos fatores: preço, qualidade, identificação, influência da publicidade, indicação de amigos entre outros. Cada consumidor é diferente, mas todos tem algo em comum, eles querem o melhor produto que sua capacidade financeira pode lhes oferecer. E é por isso que é preciso fazer o seu produto não apenas ser o melhor, mas parecer o melhor, independente do preço.</p>
<p>A embalagem exerce grande influência na escolha, principalmente na primeira compra, quando o consumidor ainda não experimentou o produto e sua única referência é a visual.</p>
<p>O ser humano tende a julgar tudo visualmente. Isso é um fator evolutivo. Quando nossos ancestrais não sabiam se alguém era hostil ou não, avaliavam diversos fatores relacionados à aparência. No caso dos alimentos, aprendemos a ver cores para saber qual era o fruto mais maduro, o mais nutritivo, a qualidade da carne da caça. Em teoria, exercemos o mesmo instinto básico dos nossos ancestrais até mesmo dentro do supermercado.</p>
<p>92% dos produtos presentes nas prateleiras não fazem uso da publicidade, restando somente para a embalagem o trabalho de convencer o consumidor. Veja todas as funções que a embalagem exerce:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1348" style="color: #333333; font-style: normal; line-height: 24px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: #eeeeee;" title="Tabela-Embalagem" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/05/Tabela-Embalagem.jpg" alt="" width="640" height="419" /></p>
<p>Fabio Mestriner, Professor Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM, Coordenador do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE e articulista do Mundo do Marketing, afirma que “Como o nosso mercado é muito dinâmico, se a embalagem fica igual por muito tempo, ela envelhece em relação ao seu entorno”.</p>
<p>Claro que produtos tradicionais mantêm por mais tempo suas embalagens e sofrem modificações mais lentamente. Porém, são constantemente testados e avaliados para saber se sua presença nas prateleiras ainda é percebida da mesma forma.</p>
<p>E como saber se sua embalagem está defasada e poderia alcançar melhores resultados? O caminho mais simples é a contratação de uma consultoria especializada em design e marketing que irá avaliar todo espectro do mercado ao redor da embalagem e sua eficácia em chamar a atenção do consumidor para as qualidades do produto.</p>
<p>Alguns redesigns de embalagens presentes no mercado brasileiro:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1331" title="Bud" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/05/Bud.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>
<p>A cerveja Budweiser modernizou sua embalagem para manter-se percebida pelo consumidor cada vez mais exigente, e continuar crescendo como uma das cervejas mais vendidas do mundo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1340" title="Bud2" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/05/Bud2.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>
<p><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/design_embalagem/attachment/budweiser_evolution/" rel="attachment wp-att-1341"><img class="alignnone  wp-image-1341" title="budweiser_evolution" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/05/budweiser_evolution.jpg" alt="" width="640" height="258" /></a></p>
<p><a href="http://www.pwrnewmedia.com/2011/anheuser-busch/bud_design/main.html#" target="_blank">Nesse link</a> é possível ler o memorial do projeto.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1333" title="Kaiser" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/05/Kaiser.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>
<p>Após a aquisição da Kaiser pela Heineken, buscou-se por meio da embalagem demonstrar que a cerveja mudou para melhor, com nova fórmula e novo sabor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Os 7 Princípios de David Ogilvy</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 20:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Vogelmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<description><![CDATA[David Ogilvy é um ícone da publicidade. Fundador da gigante agência Ogilvy &#38; Mather, ele deixou sua marca no mercado através de técnicas até o momento inovadoras e ficou famoso também por frases como &#8220;se não vende, não é criativo&#8221;. Seu &#8230; <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/os-7-principios-de-david-ogilvy/">Leia mais</a>]]></description>
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<p><img title="ogilvytop" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/05/ogilvytop.jpg" alt="" width="705" height="200" /></p>
<p><a title="Wikipedia - David Ogilvy" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Ogilvy" target="_blank">David Ogilvy</a> é um ícone da publicidade. Fundador da gigante agência Ogilvy &amp; Mather, ele deixou sua marca no mercado através de técnicas até o momento inovadoras e ficou famoso também por frases como &#8220;se não vende, não é criativo&#8221;. Seu método de trabalho apoiava-se fortemente em pesquisas e estatísticas, sob o pretexto de que a propaganda deveria ser direta e fatual, orientando-se mais pela geração de lucro e menos pela arte. Em seu livro &#8220;Confessions of an Advertising Man&#8221;, Ogilvy descreve seus 7 princípios na administração, que teriam guiado sua carreira como executivo do mercado publicitário e podem muito bem ser aplicados em diversas áreas da indústria. São eles:</p>
<p><strong>1. &#8221;Lembre-se que Ambraham Lincoln falava sobre vida, liberdade e a busca pela felicidade. Ele deixou de fora a busca pelo lucro&#8221;. </strong>Viver bem, oferecer felicidade, bem estar, liberdade são fatores essenciais para qualquer empresa. Mas o lucro também é essencial, e deve ser conseqüência de trabalhadores satisfeitos.</p>
<p><strong>2.</strong> <strong>&#8220;Lembre-se do velho ditado escocês: &#8216;Seja feliz enquanto está vivo, pois você está morto há muito tempo&#8217;&#8221;.</strong> Aproveitar bem o tempo, e trabalhar com alegria são pontos importantes na rotina de uma organização.</p>
<p><strong>3.</strong> <strong>Se você tem de reduzir a folha de pagamento de sua empresa, não demita seus empregados enquanto não tiver cortado sua própria compensação e a compensação por suas grandes metas&#8221;.</strong> O primeiro a sentir o impacto de uma crise sempre deve ser o líder da organização. Os colaboradores devem ser afetados somente em casos extremos, pois eles são quem mantém a empresa em movimento.</p>
<p><strong>4.</strong> <strong>&#8220;Defina sua cultura corporativa e seus princípios em escrito. Não delegue isto a um comitê. Procure em todos os parques de sua cidade. Você não encontrará estátuas de comitês&#8221;.</strong> Elementos institucionais, que orientem o comportamento da organização, sua visão de mercado, seus valores, devem ser registrados pelo idealizador. E em forma escrita. Manter a documentação destes atributos é essencial para que a empresa saiba quem é, por que é importante e para onde vai.</p>
<p><img class="alignnone  wp-image-1307" title="confessions" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/05/confessions1-667x1024.jpg" alt="" width="409" height="627" /></p>
<p><strong>5.</strong> <strong>&#8220;Pare de reduzir a qualidade de seus produtos em busca de margens maiores de lucro. O consumidor sempre percebe isto – e lhe pune&#8221;.</strong> O consumidor sabe quando está sendo enganado. Ele é seu vizinho, seu filho, sua mão, sua esposa. Consumidores estão ao seu redor, em todos os lugares.</p>
<p><strong>6.</strong> <strong>&#8220;Nunca gaste dinheiro em propaganda que não vende&#8221;.</strong> Receita gasta com propaganda e marketing deve ser um investimento e deve dar retorno.</p>
<p><strong>7. &#8221;Mantenha em mente que o consumidor não é um idiota. É sua esposa. Não subestime sua inteligência&#8221;.</strong> Novamente, o consumidor sabe quando está sendo enganado.</p>
<p>Não somente são ótimos tópicos para reflexão em relação ao comportamento de marcas e empresas, mas também mostram a importância de diretrizes  institucionais bem estabelecidas, que possam servir como norte para o crescimento destas. As ideias de Ogilvy concentravam-se ao redor da qualidade da produtos e serviços e de seu consequente lucro, fatores que podem até tornar o próprio produto em publicidade.</p>
<p>O livro foi originalmente publicado em 1963, mas os princípios de David Ogilvy (ou a maioria deles) ainda persistem e podem guiar a administração de várias organizações em pleno século XXI.</p>

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		<title>As marcas e o mistério</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 16:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Vogelmann</dc:creator>
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		<category><![CDATA[brading]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, consumidores ao redor do mundo têm resgatado uma tendência medieval: a atração por símbolos, mensagens subliminares, enigmas e mistério no entretenimento. Como as marcas podem utilizar esta tendência para conquistar consumidores? A cultura pop está cheia de &#8230; <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/as-marcas-e-o-misterio/">Leia mais</a>]]></description>
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<p><img class="alignnone size-full wp-image-1278" title="fringe" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/04/fringewide.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<h2><span style="color: #808080;"><em>Nos últimos anos, consumidores ao redor do mundo têm resgatado uma tendência medieval: a atração por símbolos, mensagens subliminares, enigmas e mistério no entretenimento. Como as marcas podem utilizar esta tendência para conquistar consumidores?</em></span></h2>
<p>A cultura pop está cheia de enigmas. Os chamados easter eggs aparecem frequentemente em seriados, filmes, desenhos animados, quadrinhos e livros há algum tempo. Normalmente relegados à categoria de &#8220;detalhe unicamente percebido por fãs obcecados&#8221;, os <em>easter eggs </em>atingiram notoriedade popular na extremamente bem sucedida série de TV &#8220;Lost&#8221;, encerrada há alguns anos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1277" title="lostwide" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/04/lostwide.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<p>Há quem afirme que para assitir Lost e desfrutar plenamente da experiência que a série oferecia, era necessário ir além da tela – fosse ela de TV ou de computador –, revirando blogs especializados e fóruns na Web, em busca de explicações, debates e especulações a respeito do verdadeiro significado das coisas que apareciam ao longo dos episódios.</p>
<p>E foi justamente por este fator que Lost conseguiu engajar e &#8220;prender&#8221; seu público, que acabou sendo composto não somente por geeks e fãs de ficção científica, mas também por pessoas que anteriormente desprezariam o gênero e sentiam-se atraídas pelo mistério que pairava sobre a trama. Sinais aparentemente sem qualquer sentido, eram inseridos em episódios e instigavam a curiosidade do público, que por sua vez, inundava a web com teorias. Até executivos da série provocavam a curiosidade do público, <a title="Wired | The Island Paradox" href="http://www.wired.com/magazine/2010/04/ff_lost/all/1" target="_blank">afirmando sua dúvida</a> em relação à trama . O resultado, todos conhecemos: a série foi um sucesso absoluto, repleto de grande números de audência e de prêmios, como o Emmy para melhor série dramática.</p>
<p>Lost é somente o exemplo mais bem sucedido da aplicação de enigmas no entretenimento. A série &#8220;<a href="http://arstechnica.com/media/news/2009/04/secret-codes-in-tv-series-fringe.ars" target="_blank">Fringe</a>&#8221; – de J.J. Abrams, criador de Lost – também aplica o mistério a seu favor. Chuck Lorre, produtor de séries como Two and a Half Men e The Big Bang Theory, aplica ao fim de cada episódio uma tela branca, repleta de textos sobre assuntos aleatórios. Porém, esta tela é visível por somente um segundo.</p>
<p>A questão é: quando as marcas utilizarão enigmas (ou easter eggs, se você preferir) como ferramentas de branding e marketing? As séries de televisão já provaram que desafiar o público com enigmas pode ser uma poderosa ferramenta de engajamento. Mensagens subliminares já são aplicadas em anúncios há tempos. Porém, a maioria destes casos não passa de uma mensagem um tanto óbvia, adicionada em um contexto no qual o espectador consegue desvendar o mistério com facilidade. A grande jogada para o engajamento através de easter eggs é o convite à especulação. A Web está repleta de fóruns, o que torna o ato de especular e debater ideias algo extremamente fácil para qualquer pessoa.</p>
<p><img class=" wp-image-1279 alignnone" title="Marca da Fedex" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/04/fedex.jpg" alt="" width="705" height="300" /></p>
<p>Identidades de marcas podem ser traçadas ao redor de enigmas e mistério. Imagine uma marca que convida o consumidor a desvendar sua real identidade. A gama de possibilidades de marketing ao redor disto é enorme. Muitas pessoas, por exemplo, ficam surpresas quando descobrem que a marca da FedEx mostra uma seta entre as letras &#8220;E&#8221; e &#8220;x&#8221;. Mas isto é a simples aplicação de um truque de percepção. Os níveis de interação entre consumidor e marca podem ser muito mais profundos, fomentando teorias, especulações, investigações por parte do espectador.</p>
<p>Grant McCracken, pesquisador do MIT e autor do livro &#8220;Culturematics&#8221;, sugere que a era do &#8220;Keep It Simple, Stupid&#8221; (mensagens simples e objetivas, direcionadas ao consumidor) no marketing pode estar chegando ao seu fim. Talvez seja hora de pensar em novas estratégias, mais profundas e desafiadoras para o público.</p>

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		<title>Implementos agrícolas na web</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 14:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>multiverso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Site desenvolvido para facilitar a compra, troca e venda de peças e maquinário agrícola. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/projeto/agromart/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1237" title="Agromart-fb" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/03/Agromart-fb.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>
<p>A Multiverso desenvolveu o Agromart, um site criado para facilitar a compra, a venda e a troca de peças e maquinário agrícola. Sua interface é tão simples que com poucos cliques é possível comprar e anunciar qualquer produto. Mais do que uma ferramenta, é um portal para os negócios. Além do projeto de Web a agência conduz e projeta o <em>branding</em>, todo planejamento de mídia online e criação de material publicitário para internet e impressos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1238" title="Agromart-anúncio" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/03/Agromart-anúncio.jpg" alt="" width="640" height="896" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1260" style="color: #333333; font-style: normal; line-height: 24px; border-style: initial; border-color: initial;" title="folder-agromart" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/03/folder-agromart.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>

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		<title>O poder do design de marcas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 17:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>multiverso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Impressões a respeito de uma criança e branding vêm causando polêmica e iniciando debates a respeito da imagem de corporações. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/o-poder-do-design-de-marcas/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/N4t3-__3MA0?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/N4t3-__3MA0?version=3&amp;hl=en_US" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Recentemente, Adam Ladd, um designer norte-americano de Cincinatti, Ohio, publicou no YouTube um <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=N4t3-__3MA0" target="_blank">vídeo</a> em que sua filha, uma menininha de 5 anos de idade, analisa famosas marcas, de relevância mundial (e algumas famosas nos EUA). Os dois minutos e meio de impressões infantis a respeito da imagem das corporações foram suficiente para iniciar um inflamado debate a respeito do poder do design de marcas. O impacto foi tão significativo, que surgiram versões do vídeo, como uma feita na <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=n9OZVWN_a0c" target="_blank">Inglaterra</a> e outra, no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=87PQ1UQVUNw" target="_blank">Brasil</a>.</p>
<p>A comunidade on-line (neste caso, principalmente formada por profissionais e estudantes das áreas de design, artes, marketing e gestão) vem debatendo para descobrir de quem é o crédito nos exemplos bem-sucedidos (Apple e Chili&#8217;s, por exemplo) e de quem é a culpa (nos casos Puma / <em>&#8220;Cheetah&#8221;</em>). Até onde vai a influência do design? Até onde vai a influência da propaganda e do marketing? Até onde vai a influência do mar de dinheiro investido em algumas destas marcas?</p>
<p>O fato é que o design é sim um ponto crítico na construção de uma marca. Veja o exemplo da Chili&#8217;s: entre as marcas apresentadas, é possivelmente a de menos presença na mídia. Em comparação à exposição de marcas como Apple, Puma e Pepsi, a rede de restaurantes pode quase ser tomada como uma desconhecida. Porém, o desenho da marca (aliado ao nome da companhia) é tão inteligente que mesmo uma criança, que mal domina a fala, consegue dizer o nome da empresa e possivelmente identificar o ramo de atuação daquela marca.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1228" title="applenike" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2012/03/applenike.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<p>Porém, o design não está sozinho nisto. Marcas que obtiveram falhas neste &#8220;teste&#8221;infantil ainda assim têm uma ótima exposição é uma boa posição no mercado, como é o caso da Sony-Ericsson (que recentemente passou a ser apenas &#8220;Sony&#8221;), pois possuem planos de marketing bem estruturados, além de muita verba para garantir que a marca seja fixada na mente dos consumidores.</p>
<p>No fim das contas, se a empresa encarar o design como norteador de ações, partindo do projeto da marca, até o alinhamento com estratégias de marketing, passando também por um planejamento de <em>branding</em>, podemos ver marcas diferenciadas, como Apple e Nike, presentes no vídeo e identificáveis (possivelmente) até por um cão. Pois de nada adianta uma bela e inteligente marca sem um serviço ou produto de qualidade.</p>

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		<title>Analfabetismo Visual no Brasil e Um Ideal de Postura Conscientizadora</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Busch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetismo visual]]></category>
		<category><![CDATA[design gráfico]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexões a cerca da situação do alfabetismo visual e da valorização da profissão de designer no Brasil e sua relação com o conto popular "As Novas Roupas do Imperador". <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/analfabetismo-visual-no-brasil-e-um-ideal-de-postura-conscientizadora/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Em outubro deste ano tive a oportunidade de apresentar no V SulDesign, Encontro Sul-americano de Design, um estudo sobre sintomas de uma situação preocupante em nosso país, o analfabetismo visual. As reflexões decorrentes deste estudo são compartilhadas abaixo.</p>
<h1>As Roupas Novas do Imperador<span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-weight: 300;"> </span></h1>
<p>Existe um conto que ajuda a ilustrar e a compreender melhor as noções que cercam o alfabetismo visual e qual sua relevância para o mercado. O conto se chama &#8220;As Novas Roupas do Imperador&#8221;. Vou contá-lo resumidamente.</p>
<div id="attachment_1089" class="wp-caption alignnone" style="width: 715px"><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/analfabetismo-visual-no-brasil-e-um-ideal-de-postura-conscientizadora/attachment/roupas_do_imperador/" rel="attachment wp-att-1089"><img class="size-full wp-image-1089" title="roupas_do_imperador" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/roupas_do_imperador.jpg" alt="As Roupas Novas do Imperador" width="705" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia: SILK, Chris. Bored kids? Broadway Palm brings “The Emperor’s New Clothes” to town.</p></div>
<p>Era uma vez um imperador super narcisista, que só se importava com sua aparência, seus trajes, seus acessórios e badulaques e não dava muita importância para as atribuições de sua função e para seu império. Todas as atividades rotineiras do local eram vistas por ele principalmente como uma oportunidade para mostrar-se para multidões, cada vez com uma roupa diferente. Uma mais cara, luxuosa e extravagante que a outra.</p>
<p>Certa vez, dois malandros apareceram em seu castelo afirmando possuírem um produto incrível e que seria de extremo interesse de vossa majestade, o imperador. O produto era um tecido caríssimo feito de uma seda muito fina que possuía uma propriedade única: ela só era visível por pessoas inteligentes e que eram dedicadas em seus trabalhos. Pessoas ignorantes e desleixadas eram incapazes de ver o tecido e as belas roupas costuradas com ele, que foram oferecidas pelos malandros ao imperador.</p>
<p>Aí vem a surpresa, o imperador não conseguia ver o produto que estava sendo oferecido a ele. Mas isso era inadmissível! O imperador disse a sí mesmo que ninguém poderia jamais saber que ele era ignorante e desleixado. Sendo assim, fingiu grande fascínio pelo tecido e sem demora, concedeu aos dois malandros todos os recursos necessários para que estes pudessem costurar roupas novas para ele usar em um desfile.</p>
<p>Enquanto os malandros trabalhavam com fervor, costurando roupas invisíveis com tecidos invisíveis, o imperador enviava subordinados seus ao encontro deles, para verificarem o andamento do trabalho. Desta forma o imperador pensou que poderia saber quais dos seus subordinados eram ignorantes e desleixados (como ele). Mas ninguém poderia saber.</p>
<p>Resumindo, o conto termina com o imperador desfilando nú para todos em seu império e recebendo muitos aplausos de pessoas fascinadas com a elegância de suas roupas.</p>
<h1>Alfabetismo Visual</h1>
<p>Este conto, tratando de forma bem humorada com estereótipos e situações irreais, traz à tona uma reflexão pertinente à questão do alfabetismo visual.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) o alfabetismo visual impede que se instaure a síndrome das “roupas do imperador”, e eleva nossa capacidade de avaliar acima da aceitação (ou recusa) meramente intuitiva de uma manifestação visual qualquer. Alfabetismo visual significa inteligência visual. (DONDIS, 1997, p.231)</p></blockquote>
<p>O alfabetismo visual não deve ser uma preocupação prática só de educadores, mas de todos os profissionais da área da comunicação visual. Toda e qualquer discussão e mobilização, por parte de profissionais do desenho, no sentido de alfabetizar visualmente o mercado (clientes e colegas da área) pode trazer uma contribuição no sentido da melhoria da situação da inteligência visual no país. Fato que favoreceria a propagação e valorização do design gráfico (entre outras profissões que lidam com o visual) como gerador de resultados através de mensagens visuais. Coletei e compartilho aqui posicionamentos de alguns autores.</p>
<blockquote><p>Alfabetismo significa <strong>participação</strong>, e transforma todos que o alcançaram em observadores <strong>menos passivos</strong>. (DONDIS, 1997, p.231)</p></blockquote>
<p>Isso fica claro ao pensarmos no alfabetismo visual relacionando-o com o alfabetismo &#8220;verbal&#8221;. Um mundo de possibilidades de abre para aqueles que aprendem a ler e a interagir com o mundo através das palavras. Outro se abriria para aqueles que se tornassem capazes de compreender sentidos e intenções provenientes de manifestações visuais e de compor as suas próprias mensagens com esta linguagem.</p>
<blockquote><p>Na psicologia da forma, a imagem se constitui na percepção, (&#8230;). Essa abordagem entende a percepção como uma <strong>elaboração ativa</strong>, uma complexa experiência que transforma a informação recebida. (SARDELICH, 2006, p.205)</p></blockquote>
<p>&#8220;Percepção como elaboração ativa&#8221; reafirma a relação de alfabetizar para integrar e promover a participação. Em um mercado repleto de poluição visual e de mensagens visuais concebidas sem o menor planejamento, e que acabam prejudicando imagens de empresas, paira a ideia de que ser conhecedor dos recursos visuais é impossível para uma pessoa sem uma pré-disposição &#8220;natural&#8221; ou mesmo de que, por outro lado, todas as pessoas já dominam essa linguagem &#8220;instintivamente&#8221;.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) o modo visual é visto ou como inteiramente fora do alcance e controle das pessoas sem talento, ou, pelo contrário, como imediatamente acessível. (&#8230;) ambos os pressupostos são falsos e provavelmente responsáveis pela <strong>baixa qualidade do produto visual em tantos meios de expressão visual</strong>. (DONDIS, 1997, p.229)</p></blockquote>
<p>Certa vez participei de um curso com os professores PhD Luiz Vidal Negreiros Gomes, D.Sc. Ligia Medeiros e D.Sc. Marcos Brod Junior, intitulado <a title="9 Princípios Beatles do Sucesso" href="http://www.schdseditora.com.br/htdocs/new/cursos_detalhe/?cur=856" target="_blank">9 Princípios Beatles: Curso de Potenciamento à Criatividade de Profissionais Designers</a>. Nele, Gomes compartilhou com a turma uma fórmula baseada em uma pesquisa de Bronowski (1965) referente à relação entre emoção, inteligência e desenho.</p>
<blockquote><p>BD = e x i<br />
Beleza em Desenho é igual a emoção multiplicada pela inteligência.</p></blockquote>
<p>Tal fórmula quando colocada lado a lado com diversos sintomas do analfabetismo visual em nosso país nos faz verificar algo que talvez já fosse evidente para muitos. O problema está no i.</p>
<p>Outro fator relevante e, levantado por alguns autores como sendo um dos principais, é o tecnológico. Supõe-se que o avanço tecnológico e dos conhecimentos técnicos tenha &#8220;atropelado&#8221; o avanço do pensamento e dos conhecimentos conceituais em nosso país na área da comunicação visual.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) a interferência dos recursos tecnológicos, (&#8230;) faz emergir uma legião de pessoas não gabaritadas, que, por conseguinte, mudam a percepção que os clientes têm de nossos serviços (designers). (SANTANA, 2010)</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<h1><strong>Responsabilidade</strong></h1>
<p>Diante de tudo isso fica a preocupação com o futuro e o nível da cultura visual brasileira. E perante esta preocupação surgem algumas reflexões sobre quais seriam as ações adequadas para mudar a situação e qual seria o ideal de postura a ser assumido pelos profissionais designers.</p>
<p>Fato é que carecemos de uma propagação adequada de o que é o design.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) o design hoje é compreendido e conceituado, (&#8230;), como: a concepção e planejamento de todos os produtos feitos pelo homem. (FIELL, 2000 apud GOMES FILHO, 2006, p.13)</p></blockquote>
<p>E diante dessa necessidade de propagação não podemos ficar passivos, como se o mercado inteiro onde atuamos soubesse o que estamos vendendo e o que estamos solucionando todos os dias.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) não vendemos ideias ou projetos. O que temos a oferecer são soluções para as necessidades de vida das pessoas. (STRUNCK, 2004, p.18)</p></blockquote>
<p>Muita gente em nosso país não é alfabetizado visualmente para compreender um projeto visual. Mas <strong>não é preciso ser alfabetizado visualmente para perceber qualidade e ser influenciado por ela</strong> a agir de tal modo ou, por exemplo, a comprar determinado produto que faça uso proveitoso do design para atribuir valor a sí mesmo e sua marca.</p>
<p>É com base na percepção e em seu poder de influência que precisamos, como designers e profissionais de comunicação visual <strong>assumir uma postura conscientizadora</strong> não só para o bem da profissão e fomento do mercado em todos os níveis, mas para elevar o nível da cultura visual em nosso país e impedir que empresas com potencial de crescimento invistam em algo que supostamente seja de grande qualidade mas que, na verdade, ninguém está vendo.</p>
<pre>Fernando Busch
Diretor e designer gráfico do Multiverso</pre>
<h1>Referências</h1>
<p>DONDIS, Donis A. <strong>Sintaxe da linguagem visual</strong>. São Paulo, SP: Martins Fontes, 1997.<br />
GOMES FILHO, João. Design do objeto: bases conceituais. São Paulo, SP: Escrituras Editora, 2006.<br />
GOMES, Luiz Vidal Negreiros. <strong>9 Princípios Beatles: Curso de Potenciamento à Criatividade de Profissionais Designers: arquitetos, desenhadores, engenheiros</strong>. Porto Alegre, RS: sCHDs Editora, 2010.<br />
SANTANA, Leonardo Nunes. <strong>O designer gráfico e o mercado de trabalho: oportunidades e ameaças</strong>. Disponível em: &lt;http://www.webartigos.com/articles/43749/1/O-Designer-Grafico-e-o-Mercado-de-Trabalho-Oportunidades-e-Ameacas/pagina1.html&gt;. 1 de setembro de 2011.<br />
SARDELICH, Maria Emilia. <strong>Leitura de imagens e cultura visual: desenredando conceitos para a prática educativa</strong>. Educar, Curitiba, PR, n. 27, p. 203 &#8211; 219, 2006. Editora UFPR.<br />
STRUNCK, Gilberto. <strong>Viver de design</strong>. Rio de Janeiro, RJ: 2AB, 2004.</p>

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		<title>A importância da Identidade Visual</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:43:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Veja como um projeto de identidade visual pode trazer ótimos resultados para sua empresa. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/a-importancia-da-identidade-visual/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>A identidade visual é a personificação dos valores de uma empresa e é por meio desses valores que o consumidor se identifica e efetua a compra. Sem uma marca e suas aplicações devidamente planejadas a chance erro é enorme, dando espaço para interpretações equivocadas por parte do público consumidor.</p>
<p>O vídeo abaixo mostra um exemplo de uma empresa que por oito anos nunca se preocupou em realizar uma consultoria de marca, e quando o fez percebeu que estava literalmente perdendo dinheiro. Pois seu produto estava produzindo uma percepção equivocada, fazendo com que o público-alvo não fosse atingido.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/0mqkt_QdsQI" frameborder="0" width="640" height="480"></iframe></p>
<p>Agora com novo projeto de identidade orientado pela consultoria, a empresa consegue alcançar seu consumidor com maior efetividade, e não somente isso, agora como a marca possui maior valor agregado, pretende levar o produto para o exterior.</p>
<p>Por que você não experimenta realizar uma consultoria na área? O que falta para tornar sua marca desejada e ter seus produtos em todas as prateleiras pode estar ai.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Os 8 Princípios do Design</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>multiverso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A importância do design em oito tópicos. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/os-8-principios-do-design/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1061" title="relogio" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/relogio.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Fotografia: <a title="JonathanAddie" href="http://www.flickr.com/photos/jonathanaddiephotography/" target="_blank"><span style="color: #808080;">Jonathan Addie</span></a></em></span></p>
<p>Mike Staniford e Nichola Dearn, da Landor, publicaram em 2010, no blog da agência, um texto sobre <a title="The 8 Principles of Design" href="http://global.landor.com/#/talk/articles-publications/articles/eight-principles-of-design/" target="_blank">os 8 princípios do design</a>. Sempre vale a pena revisar.</p>
<p><strong>1. Cria desejo</strong></p>
<p>Design, através de refinado senso estético, agrada ao consumidor e cria a sensação de desejo. É difícil ver um carro de luxo ou um smartphone de última geração sem pensar &#8220;preciso ter isso&#8221;.</p>
<p><strong>2. Comunica com Precisão</strong></p>
<p>Essencialmente, a função primária do design é comunicar algo. Sempre haverá uma mensagem embutida no design de algum produto, marca, serviço, etc. A marca <em>&#8220;I♥NewYork&#8221;</em>, criada por Milton Glaser, é um exemplo claro disto. Comunicação concisa e fácil de interpretar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1052" title="lovenewyork" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/lovenewyork.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p><strong>3. Leva o planeta em consideração</strong></p>
<p>Hoje á mais do que necessário que projetos de design considerem o aspecto sustentável do produto final. A responsabilidade social e ambiental das marcas tem, cada vez mais, servido como fator de decisão de compra.</p>
<p><strong> 4. Diferencia</strong></p>
<p>Bom design também causa diferenciação. Em cenários de mercado em que atributos antes desejáveis tornam-se <em>commodities</em>, a diferenciação através da identidade nuclear das marcas é um fator muito importante. Sair do senso comum pode ser um dos caminhos para o sucesso de uma marca.</p>
<p><strong>5. Melhora a Experiência de Uso</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1058" title="icloud" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/icloud.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<p>Companhias de grande sucesso, como a Apple, por exemplo, sustentaram-se sobre uma forte experiência do consumidor. Quando o processo de uso de um produto ou serviço faz sentido para o consumidor (e é feito sem grande esforço), a marca ganha pontos em sua mente. Vale a máxima da Bauhaus: a forma segue a função.</p>
<p><strong>6. Conta uma História</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1055" title="betterworld" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/betterworld.jpg" alt="" width="705" height="340" /></p>
<p>O chamado <em>storytelling</em>, que vem sendo tópico central nas áreas criativas. Todo produto (ou marca) deve contar uma história. Assim, haverá uma causa a se abraçada pelo consumidor. Uma das ações da Nike, &#8220;<a title="Nike Better World" href="http://www.nikebetterworld.com/" target="_blank">Better World</a>&#8221; traz o conceito de <em>storytelling</em>, afirmando que é possível melhorar o mundo através do esporte.</p>
<p><strong>7. Diverte</strong></p>
<p>Marcas, assim como pessoas, frequentemente são mais interessantes em seus momentos divertidos. &#8220;Ideias divertidas permanecem na mente&#8221;, diz Staniford. Afinal, quem não lembra dos <a title="Pôneis Malditos" href="http://www.youtube.com/watch?v=X3yGSJE53kU" target="_blank">Pôneis Malditos</a>?</p>
<p><strong>8. Resiste</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1057" title="cocacola" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/cocacola.jpg" alt="" width="705" height="340" /></p>
<p>Bom design não apenas funciona, mas permanece funcionando por muito tempo, se bem planejado. A Coca-Cola completou 125 anos em 2011 e permanece com a mesma assinatura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seja como for, bom design gera resultados, fixa marcas na mente do consumidor. Preocupação com design é um dos pontos que levam uma marca ao sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Importância do Design para as empresas</title>
		<link>http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/importancia-do-design-para-as-empresas-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=importancia-do-design-para-as-empresas-2</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:45:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Veja como o design pode ajudar a tornar sua empresa mais competitiva. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/importancia-do-design-para-as-empresas-2/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>O vídeo abaixo mostra como o design pode ajudar a melhorar os resultados de uma empresa. É possível ver o exemplo de uma loja de móveis que além do investir em design de produto também investiu na criação de uma nova identidade visual e hoje fornece móveis para todo país. Com uma consultoria de marca e design é possível desenvolver soluções que tornem as empresas mais competitivas no mercado.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/P4h0LJHkb-4" frameborder="0" width="640" height="480"></iframe></p>

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		<title>TED Talk: David McCandless. Design de Informação.</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 16:23:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>

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		<description><![CDATA[Designer britânico prova a importância de suporte visual para a informação. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/ted-talk-david-mccandless-design-de-informacao/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1022" title="mccandless" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/mccandless.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<p>As TED Talks são palestras realizadas em cidades ao redor do mundo, em eventos organizados anualmente. Recentemente, até <a title="TEDxVV" href="http://www.tedxvaledosvinhedos.com.br/2011/" target="_blank">passaram pelo Brasil</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a title="David McCandless TED Talk" href="http://www.ted.com/talks/lang/en/david_mccandless_the_beauty_of_data_visualization.html" target="_blank">Esta palestra</a> é de David McCandless, um jornalista/designer britânico, cujo trabalho consiste em, basicamente, design de informação, ou seja, design de infográficos. Durante o vídeo, McCandless demonstra a importância do suporte visual para a informação, provando como o design pode engajar o interesse do público.</p>

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