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	<title>Multiverso</title>
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		<title>Analfabetismo Visual no Brasil e Um Ideal de Postura Conscientizadora</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Busch</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetismo visual]]></category>
		<category><![CDATA[design gráfico]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexões a cerca da situação do alfabetismo visual e da valorização da profissão de designer no Brasil e sua relação com o conto popular "As Novas Roupas do Imperador". <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/analfabetismo-visual-no-brasil-e-um-ideal-de-postura-conscientizadora/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Em outubro deste ano tive a oportunidade de apresentar no V SulDesign, Encontro Sul-americano de Design, um estudo sobre sintomas de uma situação preocupante em nosso país, o analfabetismo visual. As reflexões decorrentes deste estudo são compartilhadas abaixo.</p>
<h1>As Roupas Novas do Imperador<span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-weight: 300;"> </span></h1>
<p>Existe um conto que ajuda a ilustrar e a compreender melhor as noções que cercam o alfabetismo visual e qual sua relevância para o mercado. O conto se chama &#8220;As Novas Roupas do Imperador&#8221;. Vou contá-lo resumidamente.</p>
<div id="attachment_1089" class="wp-caption alignnone" style="width: 715px"><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/analfabetismo-visual-no-brasil-e-um-ideal-de-postura-conscientizadora/attachment/roupas_do_imperador/" rel="attachment wp-att-1089"><img class="size-full wp-image-1089" title="roupas_do_imperador" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/roupas_do_imperador.jpg" alt="As Roupas Novas do Imperador" width="705" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia: SILK, Chris. Bored kids? Broadway Palm brings “The Emperor’s New Clothes” to town.</p></div>
<p>Era uma vez um imperador super narcisista, que só se importava com sua aparência, seus trajes, seus acessórios e badulaques e não dava muita importância para as atribuições de sua função e para seu império. Todas as atividades rotineiras do local eram vistas por ele principalmente como uma oportunidade para mostrar-se para multidões, cada vez com uma roupa diferente. Uma mais cara, luxuosa e extravagante que a outra.</p>
<p>Certa vez, dois malandros apareceram em seu castelo afirmando possuírem um produto incrível e que seria de extremo interesse de vossa majestade, o imperador. O produto era um tecido caríssimo feito de uma seda muito fina que possuía uma propriedade única: ela só era visível por pessoas inteligentes e que eram dedicadas em seus trabalhos. Pessoas ignorantes e desleixadas eram incapazes de ver o tecido e as belas roupas costuradas com ele, que foram oferecidas pelos malandros ao imperador.</p>
<p>Aí vem a surpresa, o imperador não conseguia ver o produto que estava sendo oferecido a ele. Mas isso era inadmissível! O imperador disse a sí mesmo que ninguém poderia jamais saber que ele era ignorante e desleixado. Sendo assim, fingiu grande fascínio pelo tecido e sem demora, concedeu aos dois malandros todos os recursos necessários para que estes pudessem costurar roupas novas para ele usar em um desfile.</p>
<p>Enquanto os malandros trabalhavam com fervor, costurando roupas invisíveis com tecidos invisíveis, o imperador enviava subordinados seus ao encontro deles, para verificarem o andamento do trabalho. Desta forma o imperador pensou que poderia saber quais dos seus subordinados eram ignorantes e desleixados (como ele). Mas ninguém poderia saber.</p>
<p>Resumindo, o conto termina com o imperador desfilando nú para todos em seu império e recebendo muitos aplausos de pessoas fascinadas com a elegância de suas roupas.</p>
<h1>Alfabetismo Visual</h1>
<p>Este conto, tratando de forma bem humorada com estereótipos e situações irreais, traz à tona uma reflexão pertinente à questão do alfabetismo visual.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) o alfabetismo visual impede que se instaure a síndrome das “roupas do imperador”, e eleva nossa capacidade de avaliar acima da aceitação (ou recusa) meramente intuitiva de uma manifestação visual qualquer. Alfabetismo visual significa inteligência visual. (DONDIS, 1997, p.231)</p></blockquote>
<p>O alfabetismo visual não deve ser uma preocupação prática só de educadores, mas de todos os profissionais da área da comunicação visual. Toda e qualquer discussão e mobilização, por parte de profissionais do desenho, no sentido de alfabetizar visualmente o mercado (clientes e colegas da área) pode trazer uma contribuição no sentido da melhoria da situação da inteligência visual no país. Fato que favoreceria a propagação e valorização do design gráfico (entre outras profissões que lidam com o visual) como gerador de resultados através de mensagens visuais. Coletei e compartilho aqui posicionamentos de alguns autores.</p>
<blockquote><p>Alfabetismo significa <strong>participação</strong>, e transforma todos que o alcançaram em observadores <strong>menos passivos</strong>. (DONDIS, 1997, p.231)</p></blockquote>
<p>Isso fica claro ao pensarmos no alfabetismo visual relacionando-o com o alfabetismo &#8220;verbal&#8221;. Um mundo de possibilidades de abre para aqueles que aprendem a ler e a interagir com o mundo através das palavras. Outro se abriria para aqueles que se tornassem capazes de compreender sentidos e intenções provenientes de manifestações visuais e de compor as suas próprias mensagens com esta linguagem.</p>
<blockquote><p>Na psicologia da forma, a imagem se constitui na percepção, (&#8230;). Essa abordagem entende a percepção como uma <strong>elaboração ativa</strong>, uma complexa experiência que transforma a informação recebida. (SARDELICH, 2006, p.205)</p></blockquote>
<p>&#8220;Percepção como elaboração ativa&#8221; reafirma a relação de alfabetizar para integrar e promover a participação. Em um mercado repleto de poluição visual e de mensagens visuais concebidas sem o menor planejamento, e que acabam prejudicando imagens de empresas, paira a ideia de que ser conhecedor dos recursos visuais é impossível para uma pessoa sem uma pré-disposição &#8220;natural&#8221; ou mesmo de que, por outro lado, todas as pessoas já dominam essa linguagem &#8220;instintivamente&#8221;.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) o modo visual é visto ou como inteiramente fora do alcance e controle das pessoas sem talento, ou, pelo contrário, como imediatamente acessível. (&#8230;) ambos os pressupostos são falsos e provavelmente responsáveis pela <strong>baixa qualidade do produto visual em tantos meios de expressão visual</strong>. (DONDIS, 1997, p.229)</p></blockquote>
<p>Certa vez participei de um curso com os professores PhD Luiz Vidal Negreiros Gomes, D.Sc. Ligia Medeiros e D.Sc. Marcos Brod Junior, intitulado <a title="9 Princípios Beatles do Sucesso" href="http://www.schdseditora.com.br/htdocs/new/cursos_detalhe/?cur=856" target="_blank">9 Princípios Beatles: Curso de Potenciamento à Criatividade de Profissionais Designers</a>. Nele, Gomes compartilhou com a turma uma fórmula baseada em uma pesquisa de Bronowski (1965) referente à relação entre emoção, inteligência e desenho.</p>
<blockquote><p>BD = e x i<br />
Beleza em Desenho é igual a emoção multiplicada pela inteligência.</p></blockquote>
<p>Tal fórmula quando colocada lado a lado com diversos sintomas do analfabetismo visual em nosso país nos faz verificar algo que talvez já fosse evidente para muitos. O problema está no i.</p>
<p>Outro fator relevante e, levantado por alguns autores como sendo um dos principais, é o tecnológico. Supõe-se que o avanço tecnológico e dos conhecimentos técnicos tenha &#8220;atropelado&#8221; o avanço do pensamento e dos conhecimentos conceituais em nosso país na área da comunicação visual.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) a interferência dos recursos tecnológicos, (&#8230;) faz emergir uma legião de pessoas não gabaritadas, que, por conseguinte, mudam a percepção que os clientes têm de nossos serviços (designers). (SANTANA, 2010)</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<h1><strong>Responsabilidade</strong></h1>
<p>Diante de tudo isso fica a preocupação com o futuro e o nível da cultura visual brasileira. E perante esta preocupação surgem algumas reflexões sobre quais seriam as ações adequadas para mudar a situação e qual seria o ideal de postura a ser assumido pelos profissionais designers.</p>
<p>Fato é que carecemos de uma propagação adequada de o que é o design.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) o design hoje é compreendido e conceituado, (&#8230;), como: a concepção e planejamento de todos os produtos feitos pelo homem. (FIELL, 2000 apud GOMES FILHO, 2006, p.13)</p></blockquote>
<p>E diante dessa necessidade de propagação não podemos ficar passivos, como se o mercado inteiro onde atuamos soubesse o que estamos vendendo e o que estamos solucionando todos os dias.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) não vendemos ideias ou projetos. O que temos a oferecer são soluções para as necessidades de vida das pessoas. (STRUNCK, 2004, p.18)</p></blockquote>
<p>Muita gente em nosso país não é alfabetizado visualmente para compreender um projeto visual. Mas <strong>não é preciso ser alfabetizado visualmente para perceber qualidade e ser influenciado por ela</strong> a agir de tal modo ou, por exemplo, a comprar determinado produto que faça uso proveitoso do design para atribuir valor a sí mesmo e sua marca.</p>
<p>É com base na percepção e em seu poder de influência que precisamos, como designers e profissionais de comunicação visual <strong>assumir uma postura conscientizadora</strong> não só para o bem da profissão e fomento do mercado em todos os níveis, mas para elevar o nível da cultura visual em nosso país e impedir que empresas com potencial de crescimento invistam em algo que supostamente seja de grande qualidade mas que, na verdade, ninguém está vendo.</p>
<pre>Fernando Busch
Diretor e designer gráfico do Multiverso</pre>
<h1>Referências</h1>
<p>DONDIS, Donis A. <strong>Sintaxe da linguagem visual</strong>. São Paulo, SP: Martins Fontes, 1997.<br />
GOMES FILHO, João. Design do objeto: bases conceituais. São Paulo, SP: Escrituras Editora, 2006.<br />
GOMES, Luiz Vidal Negreiros. <strong>9 Princípios Beatles: Curso de Potenciamento à Criatividade de Profissionais Designers: arquitetos, desenhadores, engenheiros</strong>. Porto Alegre, RS: sCHDs Editora, 2010.<br />
SANTANA, Leonardo Nunes. <strong>O designer gráfico e o mercado de trabalho: oportunidades e ameaças</strong>. Disponível em: &lt;http://www.webartigos.com/articles/43749/1/O-Designer-Grafico-e-o-Mercado-de-Trabalho-Oportunidades-e-Ameacas/pagina1.html&gt;. 1 de setembro de 2011.<br />
SARDELICH, Maria Emilia. <strong>Leitura de imagens e cultura visual: desenredando conceitos para a prática educativa</strong>. Educar, Curitiba, PR, n. 27, p. 203 &#8211; 219, 2006. Editora UFPR.<br />
STRUNCK, Gilberto. <strong>Viver de design</strong>. Rio de Janeiro, RJ: 2AB, 2004.</p>

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		<title>A importância da Identidade Visual</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:43:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Veja como um projeto de identidade visual pode trazer ótimos resultados para sua empresa. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/a-importancia-da-identidade-visual/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>A identidade visual é a personificação dos valores de uma empresa e é por meio desses valores que o consumidor se identifica e efetua a compra. Sem uma marca e suas aplicações devidamente planejadas a chance erro é enorme, dando espaço para interpretações equivocadas por parte do público consumidor.</p>
<p>O vídeo abaixo mostra um exemplo de uma empresa que por oito anos nunca se preocupou em realizar uma consultoria de marca, e quando o fez percebeu que estava literalmente perdendo dinheiro. Pois seu produto estava produzindo uma percepção equivocada, fazendo com que o público-alvo não fosse atingido.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/0mqkt_QdsQI" frameborder="0" width="640" height="480"></iframe></p>
<p>Agora com novo projeto de identidade orientado pela consultoria, a empresa consegue alcançar seu consumidor com maior efetividade, e não somente isso, agora como a marca possui maior valor agregado, pretende levar o produto para o exterior.</p>
<p>Por que você não experimenta realizar uma consultoria na área? O que falta para tornar sua marca desejada e ter seus produtos em todas as prateleiras pode estar ai.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Os 8 Princípios do Design</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:23:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A importância do design em oito tópicos. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/os-8-principios-do-design/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1061" title="relogio" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/relogio.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Fotografia: <a title="JonathanAddie" href="http://www.flickr.com/photos/jonathanaddiephotography/" target="_blank"><span style="color: #808080;">Jonathan Addie</span></a></em></span></p>
<p>Mike Staniford e Nichola Dearn, da Landor, publicaram em 2010, no blog da agência, um texto sobre <a title="The 8 Principles of Design" href="http://global.landor.com/#/talk/articles-publications/articles/eight-principles-of-design/" target="_blank">os 8 princípios do design</a>. Sempre vale a pena revisar.</p>
<p><strong>1. Cria desejo</strong></p>
<p>Design, através de refinado senso estético, agrada ao consumidor e cria a sensação de desejo. É difícil ver um carro de luxo ou um smartphone de última geração sem pensar &#8220;preciso ter isso&#8221;.</p>
<p><strong>2. Comunica com Precisão</strong></p>
<p>Essencialmente, a função primária do design é comunicar algo. Sempre haverá uma mensagem embutida no design de algum produto, marca, serviço, etc. A marca <em>&#8220;I♥NewYork&#8221;</em>, criada por Milton Glaser, é um exemplo claro disto. Comunicação concisa e fácil de interpretar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1052" title="lovenewyork" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/lovenewyork.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p><strong>3. Leva o planeta em consideração</strong></p>
<p>Hoje á mais do que necessário que projetos de design considerem o aspecto sustentável do produto final. A responsabilidade social e ambiental das marcas tem, cada vez mais, servido como fator de decisão de compra.</p>
<p><strong> 4. Diferencia</strong></p>
<p>Bom design também causa diferenciação. Em cenários de mercado em que atributos antes desejáveis tornam-se <em>commodities</em>, a diferenciação através da identidade nuclear das marcas é um fator muito importante. Sair do senso comum pode ser um dos caminhos para o sucesso de uma marca.</p>
<p><strong>5. Melhora a Experiência de Uso</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1058" title="icloud" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/icloud.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<p>Companhias de grande sucesso, como a Apple, por exemplo, sustentaram-se sobre uma forte experiência do consumidor. Quando o processo de uso de um produto ou serviço faz sentido para o consumidor (e é feito sem grande esforço), a marca ganha pontos em sua mente. Vale a máxima da Bauhaus: a forma segue a função.</p>
<p><strong>6. Conta uma História</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1055" title="betterworld" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/betterworld.jpg" alt="" width="705" height="340" /></p>
<p>O chamado <em>storytelling</em>, que vem sendo tópico central nas áreas criativas. Todo produto (ou marca) deve contar uma história. Assim, haverá uma causa a se abraçada pelo consumidor. Uma das ações da Nike, &#8220;<a title="Nike Better World" href="http://www.nikebetterworld.com/" target="_blank">Better World</a>&#8221; traz o conceito de <em>storytelling</em>, afirmando que é possível melhorar o mundo através do esporte.</p>
<p><strong>7. Diverte</strong></p>
<p>Marcas, assim como pessoas, frequentemente são mais interessantes em seus momentos divertidos. &#8220;Ideias divertidas permanecem na mente&#8221;, diz Staniford. Afinal, quem não lembra dos <a title="Pôneis Malditos" href="http://www.youtube.com/watch?v=X3yGSJE53kU" target="_blank">Pôneis Malditos</a>?</p>
<p><strong>8. Resiste</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1057" title="cocacola" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/cocacola.jpg" alt="" width="705" height="340" /></p>
<p>Bom design não apenas funciona, mas permanece funcionando por muito tempo, se bem planejado. A Coca-Cola completou 125 anos em 2011 e permanece com a mesma assinatura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seja como for, bom design gera resultados, fixa marcas na mente do consumidor. Preocupação com design é um dos pontos que levam uma marca ao sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Importância do Design para as empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:45:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Veja como o design pode ajudar a tornar sua empresa mais competitiva. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/importancia-do-design-para-as-empresas-2/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>O vídeo abaixo mostra como o design pode ajudar a melhorar os resultados de uma empresa. É possível ver o exemplo de uma loja de móveis que além do investir em design de produto também investiu na criação de uma nova identidade visual e hoje fornece móveis para todo país. Com uma consultoria de marca e design é possível desenvolver soluções que tornem as empresas mais competitivas no mercado.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/P4h0LJHkb-4" frameborder="0" width="640" height="480"></iframe></p>

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		<title>TED Talk: David McCandless. Design de Informação.</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 16:23:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Designer britânico prova a importância de suporte visual para a informação. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/ted-talk-david-mccandless-design-de-informacao/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1022" title="mccandless" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/mccandless.jpg" alt="" width="705" height="240" /></p>
<p>As TED Talks são palestras realizadas em cidades ao redor do mundo, em eventos organizados anualmente. Recentemente, até <a title="TEDxVV" href="http://www.tedxvaledosvinhedos.com.br/2011/" target="_blank">passaram pelo Brasil</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a title="David McCandless TED Talk" href="http://www.ted.com/talks/lang/en/david_mccandless_the_beauty_of_data_visualization.html" target="_blank">Esta palestra</a> é de David McCandless, um jornalista/designer britânico, cujo trabalho consiste em, basicamente, design de informação, ou seja, design de infográficos. Durante o vídeo, McCandless demonstra a importância do suporte visual para a informação, provando como o design pode engajar o interesse do público.</p>

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		<title>O Branding e as Mídias Sociais</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 17:02:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um infográfico da AYTM mostrando a importância do branding na web, através do engajamento dos consumidores. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/o-branding-e-as-midias-sociais/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>A AYTM divulgou este infográfico abaixo, traçando perfis de consumidores e defensores de marcas nas redes sociais. O resultado não é um mistério. Existem vários perfis de consumidores e a grande sacada é saber como conquista-los com sua marca.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1116" title="infographic-Branding_02" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/12/infographic-Branding_02.jpg" alt="" width="900" height="5526" /></p>
<p>(via <a title="Mashable" href="http://mashable.com/2011/12/15/branding-and-social-media/" target="_blank">Mashable</a>)</p>

]]></content:encoded>
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		<title>Shape Type: os tipos atacam novamente</title>
		<link>http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/shape-type-os-tipos-atacam-novamente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=shape-type-os-tipos-atacam-novamente</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 18:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>multiverso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[multiverso]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Já postamos aqui sobre o Kern Type. Agora Marc McKay lançou o Shape Type. Desta vez, o jogador deve testar suas habilidades tipográficas moldando as formas de tipos variados, de modo que estas fiquem o mais próximas possível dos tipos &#8230; <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/shape-type-os-tipos-atacam-novamente/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/shape-type-os-tipos-atacam-novamente/attachment/shape_700/" rel="attachment wp-att-890"><img class="alignnone size-full wp-image-890" title="shape_700" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/11/shape_700.png" alt="" width="705" height="240" /></a></p>
<p>Já postamos aqui sobre o <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/kern-type-um-game-com-tipos/">Kern Type</a>. Agora Marc McKay lançou o <a href="http://shape.method.ac/">Shape Type</a>.</p>
<p>Desta vez, o jogador deve testar suas habilidades tipográficas moldando as formas de tipos variados, de modo que estas fiquem o mais próximas possível dos tipos originais.</p>
<p><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/shape-type-os-tipos-atacam-novamente/attachment/shape_2/" rel="attachment wp-att-891"><img class="alignnone size-full wp-image-891" title="shape_2" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/11/shape_2.png" alt="" width="705" height="400" /></a></p>
<p>Um prato cheio para os nerds tipográficos.</p>

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		<title>Como é sua alma?</title>
		<link>http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/como-e-sua-alma/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-e-sua-alma</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 16:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>multiverso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog information is beautiful, do designer londrino David McCandless, convidou em 2009 seus leitores a enviarem desenhos de como seriam suas almas. Agora, McCandless deu um ultimato para quem deseja contribuir. Logo, ele deseja compilar todos os desenhos e &#8230; <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/como-e-sua-alma/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/blog/como-e-sua-alma/attachment/soul_700/" rel="attachment wp-att-882"><img class="alignnone size-full wp-image-882" title="soul_700" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/11/soul_700.png" alt="" width="705" height="240" /></a></p>
<p>O blog <a title="InformationIsBeautiful" href="http://www.informationisbeautiful.net/2011/final-call-what-does-your-soul-look-like/" target="_blank">information is beautiful</a>, do designer londrino David McCandless, convidou em 2009 seus leitores a enviarem desenhos de como seriam suas almas. Agora, McCandless deu um ultimato para quem deseja contribuir. Logo, ele deseja compilar todos os desenhos e organizar uma taxonomia de almas, como ele mesmo afirma:</p>
<blockquote><p>If enough people do this, it could be really interesting. Because we’ll all be blind to other peoples’ drawings, there’s a chance here to spot patterns, commonalities and any interesting coincidences that might appear across all the souls. Cooler, we may even be able to build a taxonomy of souls.
</p></blockquote>

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		<title>DoMicro: Informática e tecnologia</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 16:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>multiverso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto de Identidade Visual para loja de informática DoMicro. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/projeto/domicro-informatica-para-pessoas-2/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
[[Show as slideshow]]
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Preocupação com o Consumidor</strong></p>
<p>A DoMicro é uma loja de artigos de informática localizada na cidade de Ibirubá, Rio Grande do Sul, que há dez anos oferece simplicidade e facilidade na compra e utilização de computadores. A empresa sempre demonstrou preocupação com a experiência do consumidor além da compra, por isso oferece acompanhamento e suporte técnico exclusivos para clientes. Comprar na DoMicro é um ato seguro, pois seus produtos &#8211; originais, ao contrário de boa parte dos presentes no mercado regional &#8211; raramente apresentam defeitos e, quando o fazem, podem ser encaminhados ao suporte técnico do fabricante ou da própria DoMicro.</p>
<p><strong>O Desafio</strong></p>
<p>A DoMicro confiou a agência de Design e Publicidade Multiverso o re-design de sua marca. Os serviços da loja, muito corretos, eficientes e agradáveis ao consumidor não eram refletidos pela marca, que estava defasada, tanto visual como conceitualmente.</p>
<p><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/projeto/domicro-informatica-para-pessoas-2/attachment/marca-domicro-na-malha-construtiva-2-3/" rel="attachment wp-att-1137"><img class="alignnone size-full wp-image-1137" title="Marca-DoMicro-na-Malha-Construtiva-2" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/10/Marca-DoMicro-na-Malha-Construtiva-21.jpg" alt="" width="640" height="400" /></a></p>
<p><strong>Robô Ajudante</strong></p>
<p>Uma das ações para demonstrar a preocupação da DoMicro com o consumidor foi a criação do Microbot, uma pequeno robô cuja missão é ajudar as pessoas a obterem a melhor experiência possível com computadores e tecnologia. O Microbot surgiu então não somente como mascote, mas como símbolo da filosofia da DoMicro. Suas formas simples são facilmente identificáveis e memoráveis. Juntamente com um logotipo totalmente renovado, o Microbot ajuda a estabelecer uma identidade visual coesa para a DoMicro.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Microbot surgiu então não somente como mascote, mas como símbolo da filosofia da DoMicro.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Museu Theobaldo Becker</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 21:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>multiverso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<category><![CDATA[ibirubá]]></category>
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		<category><![CDATA[visual]]></category>

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		<description><![CDATA[Marca projetada para o museu busca apoio nas raízes de uma cidade. <a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/projeto/museu-theobaldo-becker/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-919" title="museuTB1" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/11/museuTB1.jpg" alt="" width="640" height="210" /></p>
<p>O Museu Theobaldo Becker está localizado em Ibirubá, uma cidade do interior do Rio Grande do Sul. A partir de 2012, este servirá como palco para a mostra de importantes marcos na história da cidade, ajudando a preservar e a construir a cultura local.</p>
<p>No segundo semestre de 2011, a prefeitura da cidade procurou o Multiverso para que fosse criada uma marca para o museu. Esta seria o centro da construção de uma nova identidade, que deveria motivar os habitantes de Ibirubá a visitarem o museu. A marca deveria ser de fácil reconhecimento e memorização. Deveria servir como um verdadeiro símbolo da história de Ibirubá.</p>
<p>Após um intenso processo de pesquisa e estudos gráficos, concluiu-se que a marca deveria representar o primeiro símbolo da cidade: a pitanga. &#8220;Ibirubá&#8221; vem do tupi-guarani e significa &#8220;pitangueira-do-mato&#8221;. Então, a marca seria composta por uma pitanga, uma fruta, que assim como a história, é composta por camadas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-926" title="museuTB2" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/11/museuTB2.jpg" alt="" width="640" height="640" /></p>
<p>Ao mesmo tempo que evoca as tradições da cidade, a marca do Museu Theobaldo Becker também representa proteção. Ela é composta por três elementos: a camada externa, que representa o museu, a comunidade, a proteção; a &#8220;polpa&#8221; que representa a história de Ibirubá, o conhecimento; e o núcleo, que representa a iluminação, a descoberta, a construção de uma identidade através da construção de conhecimento.</p>
<p><img title="logotipotb" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/11/logotipotb.jpg" alt="" width="640" height="241" /></p>
<p>O logotipo, desenhado exclusivamente para o museu, busca referências na tipografia contemporânea, comunicando que o Museu é um local amigável e moderno, de portas abertas para quaisquer visitantes.</p>
<p><a href="http://www.multiversodesign.com.br/web/projeto/museu-theobaldo-becker/attachment/simbolo/" rel="attachment wp-att-935"><img class="alignnone size-full wp-image-935" title="simbolo" src="http://www.multiversodesign.com.br/web/wp-content/uploads/2011/10/simbolo.jpg" alt="" width="640" height="241" /></a></p>
<p>O símbolo, construído sobre forma geométricas simples, torna-se bastante flexível e memorável. Qualquer pessoa é capaz de desenhá-lo, e sua aplicação é fácil, mesmo em situações limitadas, como impressões monocromáticas.</p>

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